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Carlos Manuel Faísca
  • Ponte de Sor, Portugal
  • Carlos Manuel Faísca é Licenciado em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Li... moreedit
  • Francisco Manuel Parejo Moruno, Dulce Freireedit
In the second half of the nineteenth century the cork industry mechanized the production of cork stoppers, the main, and almost the only, product of that time. This movement began in the mid-nineteenth century in the most industrialized... more
In the second half of the nineteenth century the cork industry mechanized the production of cork stoppers, the main, and almost the only, product of that time. This movement began in the mid-nineteenth century in the most industrialized and non-cork forest countries, threatening the dominant position of the Spanish cork industry, located mainly in Catalonia. Subsequently, from the 1880s, the Catalan industry began a rapid process of mechanization, regaining part of its global prominence in the transformation of cork. This article explores the mechanization of the Portuguese cork industry with the objective, on the one hand, to understand if there was a delay in relation to the Catalan process and, on the other hand, to locate the technological modernization of the Portuguese cork industry in the general picture of the Portuguese industry.
No século XIX, a região do Alentejo era já a principal zona de produção florestal de cortiça de Portugal e, consequentemente, do planeta. Neste contexto, dezenas de empresas industriais atuaram no mercado florestal de cortiça da região... more
No século XIX, a região do Alentejo era já a principal zona de produção florestal de cortiça de Portugal e, consequentemente, do planeta. Neste contexto, dezenas de empresas industriais atuaram no mercado florestal de cortiça da região com o objetivo de adquirir matéria-prima, o que poderia ter levado à formação de um mercado altamente concorrencial. No entanto, ao invés de competirem isoladamente, quer as grandes empresas industriais, de carácter multinacional, quer as pequenas empresas, a grande maioria de origem algarvia, utilizaram estratégias de cooperação que lhes permitiram obter vantagens em termos de preços, custos de transação, custos de informação, entre outros. Neste artigo analisam-se essas estratégias, concluindo-se que as mesmas foram um fator de desenvolvimento da indústria corticeira presente no Alentejo.

In the nineteenth century, Alentejo was already the main region for raw cork production of Portugal and, consequently, of the world. In this context, dozens of industrial companies acted in the region's cork forest market with the aim of acquiring raw material, which could have led to the formation of a highly competitive market. However, instead of competing in isolation, both the large multinational industrial companies and the small industrial ones used cooperation strategies that enabled them to obtain advantages in prices, transaction cost, information costs, among others issues. In this article, these strategies are studied, concluding that they acted as a development factor of the cork industry present in the Alentejo.
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Atualmente Portugal lidera, a nível mundial, todas as facetas do negócio corticeiro, cenário a que não é alheio o facto de ser neste território que o sobreiro encontra as melhores condições ecológicas para o seu desenvolvimento. Porém,... more
Atualmente Portugal lidera, a nível mundial, todas as facetas do negócio corticeiro, cenário a que não é alheio o facto de ser neste território que o sobreiro encontra as melhores condições ecológicas para o seu desenvolvimento. Porém, até aos anos 30 do século XX, este papel foi desempenhado por outros países, sobretudo Espanha, sendo que importa isolar os fatores que contribuíram para esta situação. A historiografia tem dado destaque às políticas públicas seguidas por Portugal durante o Estado Novo, por comparação com as executadas pelo franquismo, como um dos principais catalisadores da ascensão do setor corticeiro luso, nas quais se inclui a política florestal. Neste sentido, torna-se imperativo realizar um exercício semelhante para a cronologia em causa, propondo-se este trabalho analisar, em perspetiva comparada, as políticas florestais e cerealíferas oitocentistas de Portugal e Espanha, no último caso devido às implicações que o protecionismo cerealífero teve para com as áreas povoadas com sobreiro. Utilizaram-se, essencialmente, fontes legislativas, relatórios técnicos e estatísticas agrícolas oficiais, tendo-se concluído que não houve uma vantagem clara decorrente de qualquer política pública agroflorestal, por parte do setor corticeiro espanhol sobre o seu congénere português. Na realidade, como iremos demonstrar, a atuação de ambos os Estados nestes aspetos pautou-se muito mais por semelhanças do que por diferenças.
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No território português, entre o Ribatejo e o Alto Alentejo, reúnem-se condições excecionais para se dinamizar uma oferta turística em torno do montado de sobro e da cortiça. Desde logo, trata-se da região com maior produção de cortiça do... more
No território português, entre o Ribatejo e o Alto Alentejo, reúnem-se condições excecionais para se dinamizar uma oferta turística em torno do montado de sobro e da cortiça. Desde logo, trata-se da região com maior produção de cortiça do planeta e, consequentemente, com um extraordinário património natural. Por outro lado, existe um exemplar
quase único de património histórico industrial corticeiro, enquanto continuam a laborar várias unidades de média e de grande dimensão. Este artigo apresenta uma proposta para a criação de uma rota turística em que se articula o património industrial histórico e atual (Espaço Robinson em Portalegre e o cluster corticeiro em Ponte de Sor); ao património natural (Montado de sobro da região, onde se destaca o percurso pedestre PR1 de Ponte de Sor, já devidamente sinalizado); às
ofertas culturais existentes como o Observatório do Sobreiro e da Cortiça de Coruche, o Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor –onde se encontra o maior mosaico do mundo em rolhas de cortiça– e o Museu Municipal de Coruche; e, por último, não são esquecidas as atividades comerciais em torno de produtos gastronómicos, de comércio e de artesanato.
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Os moinhos, sobretudo de água, marcam a paisagem natural do atual concelho de Ponte de Sor desde, pelo menos, meados do século XIII e mantiveram um papel económico e social ativo até à segunda metade do século XX. Neste artigo faz-se uma... more
Os moinhos, sobretudo de água, marcam a paisagem natural do atual concelho de Ponte de Sor desde, pelo menos, meados do século XIII e mantiveram um papel económico e social ativo até à segunda metade do século XX. Neste artigo faz-se uma breve introdução histórica à existência destas estruturas no concelho de Ponte de Sor para, em seguida, se apresentar em traços gerais o projeto para o Museu Municipal da Moagem e do Arroz que, esperançosamente, integrará um moinho de água de rodízio oitocentista.
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A desigualdade era um dos elementos estruturantes da sociedade do Antigo Regime. Partindo desta ideia central, propõe-se neste trabalho determinar a desigualdade de rendimento dos contribuintes dos concelhos de Arraiolos, de Avis e de... more
A desigualdade era um dos elementos estruturantes da sociedade do Antigo Regime. Partindo desta ideia central, propõe-se neste trabalho determinar a desigualdade de rendimento dos contribuintes dos concelhos de Arraiolos, de Avis e de Portalegre, todos
na província do Alentejo, integrando-os na problemática da variabilidade de rendimento das sociedades europeias pré-industriais.
As fontes nucleares para este trabalho são os registos de pagamento do imposto da décima, contribuição direta e universal talhada para fazer face às despesas da Guerra da Restauração e que perdurou até ao final do Antigo Regime, sendo profundamente alterado durante a monarquia constitucional.
Incidindo sobre diversos tipos de rendimento, consubstancia uma fonte de grande importância para o estudo da economia pré-industrial.
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Embora atualmente a orizicultura esteja quase extinta no concelho de Ponte de Sor, foi nas margens da Ribeira de Longomel e, posteriormente, da Ribeira de Sor, que se desenvolveu uma das mais antigas produções de arroz do território... more
Embora atualmente a orizicultura esteja quase extinta no concelho de Ponte de Sor, foi nas margens da Ribeira de Longomel e, posteriormente, da Ribeira de Sor, que se desenvolveu uma das mais antigas produções de arroz do território nacional. Tal como em outras regiões, a altamente produtiva orizicultura cresceu bastante durante o século XIX, no entanto, a sua associação com a disseminação do sezonismo originou um conjunto de restrições legais, que podiam ter posto em causa a manutenção desta cultura, não fosse o papel ambíguo do Estado em proteger alfandegariamente a produção de arroz nacional. Mais tarde, já no período do Estado Novo, o assunto voltou à ordem do dia quando foi criada uma rede de Postos Anti-Sezonáticos, tendo sido atribuído à então vila de Ponte de Sor um destes estabelecimentos. É este percurso da orizicultura em Ponte de Sor que abordamos neste artigo.

Although nowadays rice production is nearly extinct in Ponte de Sor, it was on the shores of Longomel and Sor streams that was developed one of the oldest rice production in Portugal. As in other regions, due to a high yield, rice production grew during the nineteenth century, however, its association with the spread of malaria originated a set of legal restrictions, which could have stopped the growth of this culture, but were prevented by a custom policy that protected the national rice production, conferring the state an ambiguous role towards the rice sector. Later, in the Estado Novo period, this subject returned to the agenda when was created a network of Anti-Malaria stations and one of them was assigned to Ponte de Sor. The history of rice production in Ponte de Sor during these periods is the aim of our article.
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En el artículo se analizan los orígenes y el desarrollo inicial de las actividades de explotación forestal y comercial del corcho en Extremadura, así como la aparición y evolución de la industria corchera en esta región española. Estas... more
En el artículo se analizan los orígenes y el desarrollo inicial de las actividades de explotación forestal y comercial del corcho en Extremadura, así como la aparición y evolución de la industria corchera en esta región española.
Estas actividades se caracterizaron por la masiva presencia de catalanes e ingleses, primero, adquiriendo el corcho de las fincas extremeñas o arrendando la explotación de éstas, y segundo, participando en la formación de las primeras sociedades extremeñas destinadas a la transformación de esta materia prima y/o a la preparación y exportación de ésta a través de los puertos andaluces, principalmente.

This article discusses the origins and early development of the cork forest and commercial activities in Extremadura, and the emergence and evolution of the cork industry in this Spanish region. These activities are characterized by the massive presence of Catalan and English people, firstly acquiring the cork in the Extremadura forest or leasing the production of them, and secondly, by participating in the formation of the first Extremadura societies in the processing of this raw material and / or in the preparation and export of it through the Andalusian ports, mainly.
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This exploratory paper aims to be a first step in a more deepened research about the behavior of the cork forest market of the Southwest of the Iberian Peninsula, during the “long nineteenth century”. The Southwest of the Iberian... more
This exploratory paper aims to be a first step in a more deepened research about the behavior of the cork forest market of the Southwest of the Iberian Peninsula, during the “long nineteenth century”. The Southwest of the Iberian Peninsula was (and still is) the most important raw cork producer area in the world. However, it has been quite forgotten by the economic historiography of the cork business. Our goal is to discuss the cork forest tenure system, trying to understand the choice for the lease, by a fixed-rent contract, of the cork that was still being formed on the tree, a system of forest exploitation which currently is almost extinct. Our first conclusion is that this organization of the cork forest market probably favored the tenants – who were overwhelmingly cork manufactures – in relation to the owners. Therefore, we conjecture that this kind of organization was the only solution, at the time, for the exploration of cork oak woodlands, since the owners could eventually not hold the necessary means for hiring highly skilled workers with the necessary know-how to strip correctly cork from the trees.

Este trabajo exploratorio pretende ser un primer paso en un estudio más profundizado del mercado florestal de alcornoques del suroeste de la Península Ibérica, en el "longo siglo XIX". El suroeste de la Península Ibérica era (y sigue siendo) la zona productora de corcho crudo más importante del mundo. Sin embargo, se ha olvidado por la historiografía económica corchera. Nuestro objetivo es discutir el sistema de exploración de alcornocales in siglo XIX, tratando de entender la elección de uno sistema de arriendo de corcho, que actualmente está casi extinto. Nuestra primera conclusión es de que este sistema probablemente favoreció a los industriales en relación con los propietarios. Por lo tanto, conjeturamos que este tipo de organización era la única solución, en su momento, para la exploración de los alcornocales, ya que los propietarios podrían llegar a no contener la información necesaria para la contratación de trabajadores altamente cualificados con el know-how necesario para despojar correctamente el corcho de los árboles.
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James Simpson brings us another of his works about the wine industry, a subject where he has become an expert. The subtitle – The Emergence of a World Industry, 1840–1914 – immediately tells us a little bit about the content of this book,... more
James Simpson brings us another of his works about the wine industry, a subject where he has become an expert. The subtitle – The Emergence of a World Industry, 1840–1914 – immediately tells us a little bit about the content of this book, as Simpson proves that it was precisely during this period that the wine industry gained a world dimension.
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A Economia está profundamente marcada por desigualdades. São disso exemplos, quer a desigualdade económica social que atinge indivíduos que partilham um espaço comum, quer a desigualdade económica espacial cujas consequências se... more
A Economia está profundamente marcada por desigualdades. São disso exemplos, quer a desigualdade económica social que atinge indivíduos que partilham um espaço comum, quer a desigualdade económica espacial cujas consequências se materializam
na existência de diferentes espaços geográficos com economias em distintos estados de desenvolvimento. Compreende-se então que um dos principais temas da História Económica seja precisamente a aferição dos motivos por detrás destas desigualdades e, ao mesmo tempo, a demonstração dos possíveis caminhos que estiveram à disposição de cada economia, sobretudo aqueles que poderiam ter levado a que as economias menos desenvolvidas tivessem obtido um maior sucesso. É por esta razão que se continuam a analisar constantemente as causas pelas quais algumas partes do mundo, alguns países ou, inclusivamente, algumas regiões se desenvolveram e outras permaneceram mais atrasadas.
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O uso de sofisticados métodos quantitativos de origem econométrica, assim como o recurso à teoria económica no estudo da história económica, a partir da década de 1960, levantaram um intenso debate académico sobre as limitações que... more
O uso de sofisticados métodos quantitativos
de origem econométrica, assim como o recurso à
teoria económica no estudo da história económica, a
partir da década de 1960, levantaram um intenso
debate académico sobre as limitações que estas abordagens
teriam à luz das particularidades do processo
histórico. Embora este debate tenha tendido para a
sua «pacificação», na historiografia portuguesa perdurou
(e perdura?) até recentemente (Cardoso 2011,
488–494). Este trabalho parte precisamente de uma
publicação da autoria do historiador português Fernando
Rosas, analisando somente as principais críticas
que este autor apresenta. Desta forma, muitos
outros aspetos relacionados com a cliometria, e passíveis
de uma séria reflexão historiográfica, são intencionalmente
ignorados. São os casos do recurso à
história contrafactual, do(s) método(s) como se constroem
estatísticas retrospetivas e ainda da minuciosa
crítica de fontes a que devem ser sujeitas as estatísticas
produzidas coevamente. Na realidade, o uso da
cliometria é um objeto de estudo que, do ponto de
vista metodológico, pode ser perfeitamente tratado
através de uma exaustiva monografia, mesmo que
limitado ao caso português, não obstante a modesta
disseminação da cliometria na historiografía económica
nacional quando comparada com outros países.

The use of sophisticated quantitative
methods of econometric origin, as well as the
use of economic theory in the study of economic
history, from the 1960s, have raised an intense
academic debate about the limitations of these
approaches have regard to the particular historical
process. Although this debate has tended to
its "pacification" in Portuguese historiography
lasted (and lasts?) Until recently (Cardoso 2011,
488-494). This paper precisely part of a publication
authored by the Portuguese historian Fernando
Rosas, analyzing only the main criticisms
that the author presents. Thus, many other aspects
related to Cliometrics, and capable of a
serious historical analysis, are intentionally ignored.
Are the cases of the use of counterfactual
history, the(s) method(s) as building statistics
retrospectives and still thorough critique of
sources that should be subject to statistics produced
coevamente. In fact, the use of Cliometrics
is an object of study, the methodological
point of view, can be perfectly handled through
an exhaustive monograph, even if limited to the
Portuguese case, despite the modest spread of
Cliometrics in national economic historiography
compared with other countries.
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Este artigo aborda a evolução do nível de vida em Portugal no século XVII, centrando‑se em dois casos específicos, designadamente, Lisboa e Coimbra, a partir do cruzamento entre um índice de preços e os salários de trabalhadores... more
Este artigo aborda a evolução do nível de vida em Portugal no século XVII, centrando‑se em dois casos específicos, designadamente, Lisboa e Coimbra, a partir do cruzamento entre um índice de preços e os salários de trabalhadores especializados da construção civil
e de trabalhadores indiferenciados. Começamos por uma breve caracterização do panorama político e económico quer a nível nacional, quer das duas cidades alvo deste estudo, para de
seguida apresentarmos os resultados das nossas investigações. Por último, demonstramos
que os níveis de vida caíram em ambas as cidades de forma bastante semelhantes, sugerindo a integração dos dois mercados e colocando Portugal junto do grupo de países europeus em que os níveis de vida baixaram neste período, por oposição às economias liderantes como, por exemplo, as de Inglaterra e a Holanda.

This article studies the evolution of the living standards in Portugal during the seventeenth century, from the analysis of two specific cases, the cities of Lisbon and Coimbra. To find this we used a Consumer Price Index and Wages of both skilled and unskilled workers.
First, we briefly approach the political and economic characterization of Portugal and of the two cities that we studied in, and then we present the results of our research. Finally, we demonstrate that the living standards fell in both cities with a similar pattern, suggesting the market integration and locating Portugal between the group of European countries where this indicator fell during this century, opposing the lidding economies such as England and the Netherlands.
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Este relatório de estágio estuda o desbaste com o objectivo final da definição de uma política de desbaste para a colecção de monografias da Biblioteca do ICS/UL. A primeira parte consiste na revisão da literatura sobre o desbaste; a... more
Este relatório de estágio estuda o desbaste com o objectivo final da definição de uma política de desbaste para a colecção de monografias da Biblioteca do ICS/UL.
A primeira parte consiste na revisão da literatura sobre o desbaste; a segunda, tem um carácter empírico, através do estudo da ocupação actual do espaço na Biblioteca do ICS/UL e da avaliação das colecções de monografias. Como consequência natural, e de acordo com os estudos previamente realizados, surge então a definição de uma política de desbaste, onde se encontram definidos, entre outras questões, os critérios de desbaste. Dentro da mesma lógica de trabalho, são elaboradas sugestões sobre o destino dos itens alvo de desbaste. São também abordadas outras vertentes do âmbito da gestão de colecções e que podem influenciar decisivamente o desbaste, como a gestão de doações e a política de aquisições.

This report studies the weeding process in a general way, with the final aim of defining a weeding policy for the collection of monographs of the Library of ICS / UL. The first part consists in a literature review about weeding; the second, of empirical nature, consists in studying the current occupancy of space in the Library of ICS / UL and evaluation it’s collections of monographs. The outcome of this studies are the definition of a weeding policy, where we can find, among other issues, the chosen
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criteria for weeding. Along the same lines of work suggestions are made on the final destiny of the items weeded. Finally, there is an approach about other aspects in the area of collection management and that can decisively influence the weeding process, such as the management of donations and the acquisitions policy
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Este artigo incide sobre o desbaste ajustado ao caso concreto das Bibliotecas de Ensino Superior portuguesas. Começamos por definir concretamente no que consiste esta prática, para de seguida apresentar um pouco da sua História, quais os... more
Este artigo incide sobre o desbaste ajustado ao caso concreto das Bibliotecas de Ensino Superior portuguesas. Começamos por definir concretamente no que consiste esta prática, para de seguida apresentar um pouco da sua História, quais os seus principais objectivos e de que forma este deve ser aplicado. Finalmente, demonstramos que o desbaste, realizado através de uma política pré-definida e integrado na política de gestão de colecções, é pouco utilizado neste tipo de Bibliotecas em Portugal, embora esta realidade possa, lentamente, estar a mudar. Esta conclusão surge após a análise de um questionário efectuado às Bibliotecas de Ensino Superior portuguesas. Deste trabalho resultam também outras conclusões relativas à gestão de colecções, como a preocupação com a gestão de doações e com a eliminação de títulos redundantes.

This article studies the weeding process in the portuguese Academic Libraries. We start by defining exactly the concept of weeding; then we present a brief approach to its History, which are the primary goals of weeding and how it should be applied. Finally, we demonstrate that weeding, performed through a pre-established weeding policy integrated in a collection development one, is rarely used in this kind of libraries in Portugal, although this reality could, slowly, be changing. This is the conclusion that we extract from a survey directed to the Portuguese Academic Libraries. We also found out other issues related to the gifts policy and the removing of duplicates.
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Esta comunicação apresenta-se assim como um primeiro passo de uma investigação mais ampla, na qual se pretende estudar o mercado florestal de cortiça do Sudoeste da Península Ibérica, no «longo século XIX», um assunto ainda por explorar.... more
Esta comunicação apresenta-se assim como um primeiro passo de uma investigação mais ampla, na qual se pretende estudar o mercado florestal de cortiça do Sudoeste da Península Ibérica, no «longo século XIX», um assunto ainda por explorar. Iniciamos este caminho com o estudo de alguns aspetos do mercado florestal de cortiça do Alto Alentejo e Extremadura, através de uma perspetiva comparada, que se estende, em alguns aspetos, à Andaluzia. Esta última região conta já, ao contrário das anteriores, com um estudo específico sobre o seu setor corticeiro (Serrano Vargas 2007; Serrano Vargas 2009).
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Na segunda metade do século XIX, a cortiça ganhou uma importância preponderante na economia portuguesa e, especialmente, na economia regional alentejana, quer em termos industriais, quer do ponto de vista florestal, levando, por exemplo,... more
Na segunda metade do século XIX, a cortiça ganhou uma importância preponderante na economia portuguesa e, especialmente, na economia regional alentejana, quer em termos industriais, quer do ponto de vista florestal, levando, por exemplo, a que a área de sobreiro duplicasse e passasse a constituir-se como o principal fator de cálculo das propriedades alentejanas2.
Como iremos demonstrar, o distrito de Portalegre e, dentro deste, o concelho de Portalegre, eram importantes regiões produtoras de cortiça. Neste pequeno artigo, analisar-se-á a origem geográfica dos compradores de cortiça portalegrense, concluindo-se que apenas dois grandes grupos estiveram presentes. O primeiro, liderado pelos «homens» da corticeira Robinson, incluía agentes locais, enquanto o segundo era composto exclusivamente por compradores algarvios. A presença de outros industriais britânicos ou catalães, que à época compunham grande parte da indústria corticeira presente em Portugal, é muito pouco significativa ou mesmo nula.
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Partindo de uma análise histórica e interdisciplinar da utilização dos produtos do montado, este livro pretende, por um lado, reunir e analisar os mais recentes resultados que a investigação científica produziu, e, por outro lado,... more
Partindo de uma análise histórica e interdisciplinar da utilização dos produtos do montado, este livro pretende, por um lado, reunir e analisar os mais recentes resultados que a investigação científica produziu, e, por outro lado, estimular a continuação da produção científica sobre o sector da cortiça nas diferentes áreas do conhecimento.
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Introdução à história da vila de Montargil, concelho de Ponte de Sor, numa obra que aborda o património histórico-religioso daquela localidade do Alto Alentejo.
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The use of sophisticated quantitative methods of econometric origin, as well as the use of economic theory in the study of economic history, from the 1960s, have raised an intense academic debate about the limitations of these approaches... more
The use of sophisticated quantitative
methods of econometric origin, as well as the
use of economic theory in the study of economic
history, from the 1960s, have raised an intense
academic debate about the limitations of these
approaches have regard to the particular historical
process. Although this debate has tended to
its "pacification" in Portuguese historiography
lasted (and lasts?) Until recently (Cardoso 2011,
488-494). This paper precisely part of a publication
authored by the Portuguese historian Fernando
Rosas, analyzing only the main criticisms
that the author presents. Thus, many other aspects
related to Cliometrics, and capable of a
serious historical analysis, are intentionally ignored.
Are the cases of the use of counterfactual
history, the(s) method(s) as building statistics
retrospectives and still thorough critique of
sources that should be subject to statistics produced
coevamente. In fact, the use of Cliometrics
is an object of study, the methodological
point of view, can be perfectly handled through
an exhaustive monograph, even if limited to the
Portuguese case, despite the modest spread of
Cliometrics in national economic historiography
compared with other countries.
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Esta publicación se realiza con el ánimo de contribuir a generar un mayor conocimiento, o, dicho de otro modo, un mayor debate en el seno científico y académico, sobre el sistema agrosilvopastoril mayoritario en algunas regiones de España... more
Esta publicación se realiza con el ánimo de contribuir a generar un mayor conocimiento, o, dicho de otro modo, un mayor debate en el seno científico y académico, sobre el sistema agrosilvopastoril mayoritario en algunas regiones de España y Portugal, que ha sido denominado dehesa en el caso de España y montado en Portugal. Concretamente el objetivo principal que nos marcamos es comprobar el estadio en el que se encuentra la investigación sobre estas realidades, así como los temas que han sido obviados y los cuales son necesarios abordar. En este sentido, debemos adelantar que el desarrollo rural construido en base a las potencialidades que ofrecen estas realidades no ha sido lo suficientemente abordados, de ahí que naciera la idea de realizar el Congresso Internacional O montado no desenvolvimiento rural do sudoeste peninsular del cual emana este monográfico. Para ser más concretos en este artículo introductorio se pretende realizar un analisis de la bibliografía existente relativa a estas realidades con una triple finalidad. En primer lugar, conocer la situación en la que se encuentra el estado del arte de la investigación sobre esta temática desde un punto de vista cuantitativo, es decir, comprobar si se está generando en la actualidad debate científico. Y, en segundo lugar, realizar un análisis cualitativo que nos permita detectar los temas a debate en el seno científico sobre estas realidades. En tercer lugar, servir de introducción al lector para el resto de los artículos originales emanados del citado congreso.